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QUEM É O SALVADOR?

 

 

Acho o título acima bem inusitado, e sem dúvida os leitores pensarão da mesma forma. A propósito dele, pretendo fazer uma análise psicológica da minha pessoa. Gostaria, porém, de deixar claro que se trata de uma análise objetiva do meu interior e que não há nada inventado ou fictício. Portanto, espero que leiam com esse espírito.

A palavra Messias, ou seja, Salvador, é muito usada no mundo inteiro, sem distinção de tempo e de lugar, tanto no Ocidente como no Oriente. Com exceção de uma parcela de pessoas religiosas, a grande maioria considera que a vinda ou o nascimento do Salvador tão esperado, possuidor de poder sobre-humano, não passa de um grande sonho, ou uma grande esperança utópica. É verdade que já apareceram pessoas que se autoproclamavam Messias, mas, com o passar do tempo, acabaram desaparecendo, donde se conclui que ainda não surgiu o verdadeiro Salvador.

Devo confessar que não gosto de afirmar que sou o Salvador, mas por outro lado também não posso dizer que não o seja. Sendo algo tão sério, inédito em toda a História da humanidade, a vinda do Salvador é um assunto que não pode ser discutido de maneira leviana. Contudo, não se pode também afirmar que se trate apenas de um sonho, nem deixar de acreditar na sua viabilidade, pois a Segunda Vinda do Cristo, a Vinda do Messias e o Nascimento de Miroku foram previstos por grandes profetas e santos.

Há muito tempo venho pensando na condição número um que deve ser preenchida pelo Salvador. Antes de tudo, ele deve ter força para livrar as pessoas das doenças. Por conseguinte, além de conceder-lhes o método absoluto para obterem plena saúde e completarem o tempo de vida que lhes foi predestinado, ele deve possuir força para a concretização desse objetivo. Essa é a qualificação fundamental do Salvador.

É óbvio que a saúde do corpo deve acompanhar a saúde do espírito. Cristo disse que de nada adianta o homem ganhar o mundo se vier a perder a vida. Parece-nos que essa afirmativa evidencia a verdade acima. Assim, as religiões e os líderes religiosos que não possuem força para eliminar as doenças da humanidade têm valor limitado. Eu sempre abracei essa tese, e certo dia, mais de dez anos após entrar na vida da fé, obtive conhecimento sobre o princípio fundamental das doenças e a sua solução. Ah, ninguém poderá imaginar o espanto e a alegria que senti naquela hora, pois nunca ninguém fizera uma descoberta tão importante! Se a compararmos com as grandes descobertas ou as grandes invenções, estas não chegariam a seus pés.

Realmente eu sou uma pessoa que nasceu com um destino misterioso.

20 de outubro de 1948

 

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